____Pegation International School____ A única com ISO 9000


25/01/2007


Mulher, essa coisa assustadora (reloaded)

 

Não tenho certeza, mas acho que já escrevi um texto com esse titulo. A questão é que esse pequeno mantra sempre se repete na minha cabeça e adoro todo o significado e simbolismo por trás dele. Usarei-o novamente.

 

Como todo escritor de final de semana (ou pior, de final de mês), sinto-me impulsionado a começar minha dissertação de hoje com o maior show de obviedade que meu intelecto consegue pensar. Aqui vai: descobri que as mulheres são cheias de defeitos. Com essa frase digna de prêmios de originalidade acabei de coroar a loucura masculina atrás dessas criaturas doces e irresistíveis que são as mulheres.

 

É muito fácil se apaixonar por alguém. Escolhemos uma mulher boa, gentil, carinhosa e nos concentramos nessas qualidades. Idealizamos todo o futuro baseados nas premissas acima. E lentamente, conforme o tempo passa e os fatos passam, ficamos mais conscientes de sua humanidade. Está sujeita aos mesmos erros e burradas que nós homens estamos sujeitos... E de repente deixam de ser perfeitas.

 

Mas é ai que acredito que esteja o erro de conceito. Na palavra perfeição. A devoção do homem pela mulher não está apenas na concentração de qualidades divinas, mas na imprevisibilidade de seus atos. Amamos pelo seu sorriso, pela bondade, pela maneira como gesticulam quando falam, e de uma hora para outra nos mostram algum defeito (e passam a testar os limites de nossa paciência). Mas quando você consegue passar por esse momento de divergência (quando é possível) descobre que ainda ama essa criatura. Passa a compreender e relevar essas pequenas loucuras, e pequenos defeitos. E com essa facilidade descobre outro sentido para a palavra perfeição.

 

Perfeição: ser par ideal para alguém. Amá-la incondicionalmente. Dedicar-se ao prazer de decifrá-la... e se perder na loucura e glória eterna dessa tarefa.

 

Todo mundo tem seus defeitos. Mas ainda sim é possível encontrar perfeição.

Escrito por Wagnito às 18h57
[ ] [ envie esta mensagem ]

26/12/2006


Miomas de Jacaré

 

Acredito que seja completamente dispensável que um de nós, escritores da Pegation, discorra sobre a importância da amizade no processo de escolha de uma companheira. Não confundir com o texto escrito abaixo, sobre minha aparente “excentricidade”. Estou falando aqui da opinião dos amigos sobre a sua pretendente.

 

Pode parecer engraçado (e bom de fazer piadas) sujeitar sua paquera a um verdadeiro processo seletivo para ficar com você, mas pode funcionar. Primeiro tem a análise curricular, você aprende os detalhes gerais sobre ela. Depois tem a dinâmica de grupo, com seus amigos. Depois a entrevista com a diretoria, seu irmão ou mãe ou irmã ou melhor amigo... Para depois de tudo isso sair a decisão do presidente (você).

 

Deixando o exagero de lado, é importante confiarmos nos sinais à nossa volta. Se sua melhor amiga não gosta muito da sua paquera, pode ser um ciumezinho normal. Mas se além da sua melhor amiga, seu amigo chama sua atenção para algum detalhe, e sua irmã torce a cara quando encontra com ela, e sua mãe fala pra você deixar de ser bobo e partir para outra, é melhor ponderar um pouco a respeito.

 

Recentemente tive uma conversa assim com um novo amigo meu. Ele me contou sobre alguns comentários como os acima. E com alguma cautela dei o seguinte conselho: se têm patas de jacaré... miomas de jacaré... soa como um jacaré... deve ser um jacaré. Não adianta muito pensar que é um pato ou um pônei cor-de-rosa.

 

Obviamente não deve ser levado ao pé da letra (nada de radicalismos, hein!). Se conselho fosse bom eu já estava rico. Não, perai... pulei alguma parte do provérbio...

Escrito por Wagnito às 22h43
[ ] [ envie esta mensagem ]

18/12/2006


Serei um doido varrido???

 

Em algumas oportunidades já disse a seguinte frase para uma garota: “Não teria arriscado tudo se soubesse que poderia estragar nossa amizade”. Na verdade é muito engraçado pensar e dizer frases assim (mais de uma vez!) sendo que na verdade eu penso exatamente o contrario.

 

Serei um doido varrido??? Pode ser... Nunca encontro ninguém que pense como eu. A verdade é que eu sempre penso e sempre pensarei que vale a pena arriscar. Sem a menor sombra de dúvidas.

 

Minha teoria sobre o assunto é a seguinte: as chances de encontrar uma pessoa compatível com você são maiores se tudo começar com uma amizade. O interesse cresce devagar, cultivado mesmo, você aproveita mais a garota. Passa a observar detalhes. Vê a beleza realçar. E num instante começa a sentir aquela vontade de encontrar mais.

 

Claro que existe a possibilidade de encontrar a pessoa ao acaso. Claro. Se existe você por aí, um rapaz bacana, descolado, inteligente, bonito, sério, também existe aquela moça bacana, descolada, inteligente, bonita, séria. Você pode achar ela naquela boate bacana da sua cidade, por exemplo.

 

Tudo bem, a coisa começa meio de trás para frente. Primeiro vem a parte do sexo, depois vai para a parte da inteligência. Nada contra essa ordem! Depende muito do objetivo. Daí descobrimos as coisas mais interessantes. Ela é gostosa, mas é burra feito uma porta: não sabe o que foi o 11/09 (verídico). Ela é gostosa, mas é completamente doida: me pediu em casamento na terceira vez que saímos (verídico). Ela é gostosa, mas é analfabeta: fala “menas” e “poblema” (verídico). Ela é gostosa, mas é “pra frente” demais: me pediu para fazer um filho nela “sem compromisso” (verídico). Ela é gostosa, mas é “barraqueira”: fez um escândalo quando deixei uma moça pegar a cadeira extra de nossa mesa no bar (verídico). Ela é gostosa, mas é “underground” demais: cheirou uma carreira de cocaína na minha frente (verídico). Ela é gostosa, mas é “moderna” demais: me pediu para colocar piercings nos mamilos (verídico).

 

Depende do objetivo. Essas coisas ai em cima são ótimas para mostrarem o colorido do mundo. Da pra imaginar minha cara em cada situação? Divertidíssimo.

 

A verdade, portanto, é que sempre estarei mentindo quando disser a frase lá de cima. Eu não me arrependo de ter arriscado. E arriscaria de novo e de novo. Sou um doido varrido? Devo ser... Mas o universo de possibilidade vale a pena. O mundo de chances atrás daquele beijo com a garota que você gosta.

 

Da pra aprender duas coisas sobre mim:

1 – Arrisco me apaixonar por uma amiga.

2 – Não tenho piercings nos mamilos.

Escrito por Wagnito às 23h43
[ ] [ envie esta mensagem ]

12/11/2006


Requer Esforço

 

Parei de escrever a alguns dias. Fiz isso porque também preciso acertar as coisas da minha vida antes de continuar na busca pelo aprendizado, e nesse caso, pela busca da minha companheira. Portanto parei. Sentei naquela pedra na beira da estrada, fiz minha cara mais contemplativa, e deixei a vista pastar em busca de reflexões interessantes.

 

Estou descobrindo muita coisa na minha vida. Minha vida profissional tem me ensinado muito e minha vida pessoal me ofereceu oportunidades importantes nos últimos meses. Ganhei e perdi... Acho que estou no caminho certo. Crescendo, como vocês.

 

Descobri que para melhorar as chances de encontrar a mulher da nossa vida, temos que nos esforçar para sermos homens melhores. E te digo, meu caro... É mais difícil do que parece. Estou fazendo esse novo experimento. A cada queda, ou a cada perda, eu tento descobrir o que posso aprender ali. O que posso mudar para me tornar um homem melhor. E a palavra é mudança.

 

Reconhecer seus erros e tentar corrigi-los. Você pode ter características que lhe renderiam mais espaço se as melhorasse. Você pode ser um cara ciumento, e isso esta te atrapalhando viver... Pode ser um cara tolerante em excesso, e acaba preso em relacionamentos ruins... Ou você pode ser um cara que pula de cabeça nas paixões, e acaba assustando a pobre da garota...

 

Ainda não sei exatamente como fazer isso. Mas já estou me esforçando, na esperança de que isso ajude a encontrar um bom relacionamento. E se não ajudar... Pelo menos serei um homem melhor... Para mim mesmo.

 

Escrito por Wagnito às 23h15
[ ] [ envie esta mensagem ]

25/09/2006


Cuidado no uso das teorias que você leu.

Escrito por Wagnito às 21h34
[ ] [ envie esta mensagem ]

18/09/2006


Base Jumping

 

Essas duas últimas semanas tem sido um verdadeiro teste de fé e meditação. Como no departamento de fé me faltam algumas definições mais claras dos benefícios e deveres, restou-me a meditação como alternativa para interpretar os sinais diante de mim. Para as pessoas com imaginação fértil, já aviso para pararem de me imaginar flutuando na Posição de Lótus. Minha meditação é diferente. Costumo achar um lugar e hora interessantes (ou não) e com as mãos nos bolsos (ou para trás, ou no copo de cerveja) faço minha cara mais viajante e começo a divagar sobre o mundo.

 

A vida dá muitas reviravoltas. Se não desse reviravoltas não seria vida... ou seria uma vida sem graça, e portanto, indigna de ser registrada (pelo menos aqui). Há dez anos atrás eu era um rapaz ultra-tímido, com um mundo de poesia e pensamentos sobre a pureza do amor. Quase um panaca. Não era um panaca completo pois, o amor, enfim, existe... Mas estou me adiantando...

 

Sendo um rapaz que confiava na força cortante do amor, um belo dia, numa bela manha de sol, joguei-me de cabeça nele. E como quase todo primeiro amor, apesar de parecer que seria eterno enquanto durasse, acabei batendo violentamente de cara no chão.

 

Aliás, uma das poucas maneiras que conheço de entrar no amor é assim... se jogando... e rezando para todos os deuses que aquela pessoa te faça voar...

 

Mas minha vida de exploração do amor, e de todas as outras palavras que se desdobram dele (carinho, paixão, verdade, honestidade, compreensão, companheirismo, sexo, desejo), começou ai. Quando eu tinha a idade para me apaixonar eu me apaixonei, quando tinha a idade de galinhar eu galinhei, quando tinha a idade de ser solteiro eu fui solteiro. Contei com a experiência, não só minha mas de todos os meus amigos, para elaborar todos os pensamentos, que uma mente 10 anos mais velha e experiente, pode elaborar sobre a natureza do amor.

 

Nas ultimas duas semanas convivi (e vivi) situações e oportunidades para diferentes aprendizados. Em comum elas tinham apenas o tamanho e a força com que me arrebataram. Mas a maneira como chegaram (e me viraram, e me sacudiram, e deixaram meu coração em disparo) foram perfeitas. Deram-me muito no que pensar.

 

E o resultado foi interessante a ponto de me puxar um sorriso irônico dos lábios. Meus pensamentos sobre a natureza do amor são completamente diferentes dos pensamentos do menino de antes... C-o-m-p-l-e-t-a-m-e-n-t-e... E, no entanto, hoje ainda sou um rapaz que pensa em poesia, bem menos tímido, é verdade, mas que ainda procura um amor mais puro.

 

Ainda costumo pular de cabeça... às vezes.

 

E a busca atual por essa oportunidade de fazer o Base Jumping das paixões me levou hoje a um encontro curioso. Estou diante da oportunidade de conhecer a aventura de me relacionar com uma mulher linda... De uma beleza que envolve devagar, de uma personalidade que cativa a atenção. Isso tudo sem dizer sobre o sorriso, ou a voz, ou a risada, ou seus olhos... (isso só contaria para ela. Haha). E o gosto da situação é tão bom que me deixa louco para pular. Capacete, para-quedas... e o pouco de medo de altura (quem não tem medo?) faz a adrenalina circular!

Escrito por Wagnito às 21h02
[ ] [ envie esta mensagem ]

17/09/2006


Tempo, Espaço e Espaço de Tempo

 

Só eu escrevo nessa bagaça! Tudo bem... Já me acostumei. Quase todo mundo está namorando, bonitinho, sério (somos meninos muito bons). Ninguém com tempo ou coragem de escrever teorias de pegação. É a Namoration School, meus queridos.

 

Estava eu, outro dia, conversando digitalmente com uma amiga sobre o post do Lote Bom. Ela não concordou muito comigo sobre a veracidade da afirmação de que “mulheres boas freqüentemente tem dono”. Discordância perfeitamente compreensível, uma vez que ela está solteira (está... e não é).

 

Ponderei, ponderei, sobre o texto... Será que deveria fazer adendos? Completar a teoria com algumas considerações sobre a mulher solteira? Cheguei à conclusão que não. O post esta muito bem do jeito que está escrito e representa muito bem um grupo de mulheres que conheci recentemente.

 

Fiz uma pesquisa com uma amiga. Ela tem um grupo de amigas, todas muito bonitas, inteligentes e agradáveis... e solteiras. Pedi a essa amiga que me contasse a quanto tempo cada uma delas estava disponível. Muita conversa depois acabei coletando vários dados interessantes. Chegou a hora da engenharia entrar em ação em prol da procura pela minha mulher! Afinal de contas eu ralei 5,5 anos com as ciências exatas. Equações, estatística, cálculo, álgebra, matrizes, gráficos... Um dia isso tinha que servir para alguma coisa!

 

Os dados variaram muito... Alguns foram difíceis de estudar, alguns desconsiderados, pois não eram representativos para a amostra. Houve muita choradeira e reclamação de solteirisse... Minha amiga também reclamou. Mas a conclusão final foi reveladora. Apesar de algumas variações esperadas (cada ser humano é único) a media de tempo de disponibilidade dessas ótimas moças foi de apenas 5,5 meses. Isso mesmo, meu jovem aventureiro do mundo feminino! Se você quiser “pescar” uma dessas terá que trabalhar com rapidez e eficiência!

 

Meu conselho? Leia e releia esse Blog. Aprenda todas as ferramentas, truques e macetes descritos. Porque eu vou usar todos eles. E vou acabar pegando a minha!

 

Para finalizar o texto. E claaaaaaro que existem ótimas mulheres que estão solteiras a um bom tempo. São mulheres que estão solteiras por opção (mesmo que essa opção seja um pouco inconsciente). Talvez elas apenas não estejam prontas para um relacionamento... Eu também não sei se estou pronto... Mas estou pronto para tentar.

Escrito por Wagnito às 09h27
[ ] [ envie esta mensagem ]

30/07/2006


Estou de volta à minha cidade. Não, não houve recepção com carros de bombeiro. Não, o prefeito não veio me receber e entregar a chave da cidade. Estranho...

 

Anyway, voltei. E como o mundo da voltas e voltas, e os acontecimentos da vida e do universo acabam nos levando de volta para lugares conhecidos, voltei na mesma condição que parti. Solteiro.

 

Voltei para o mundo das teorias e estudos sobre o universo feminino. Voltei para a cadeira de tutor da nossa escolinha. Voltei para o mundo de diversão louca, festas, gente nova, mulherada nova, interessante, atraente... ou como digo para minha mãe quando ela questiona a freqüência da minha vida noturna: “Vou procurar a mulher da minha vida”.

 

Dica básica para a conquista de qualquer mulher no mundo:

 

Qualquer mulher disponível no mundo está interessada em conhecer um homem. O que nós homens precisamos fazer (e isso é o nosso trabalho) é criar as oportunidades necessárias para isso acontecer.

 

Teoria do Bom Lote

 

Quinta-feira, lá estava eu em busca da mulher da minha vida. Fomos a um barzinho/lounge aqui em BH, Leozim, Dandan, Fluff (nos visitando de Sampa!), duas amigas (Mary e Jama) e eu. Tudo muito divertido, tudo muito bom, mas uma coisa é certa: se um homem está a fim de conhecer uma mulher para relacionamento, o primeiro passo é sempre dele. Ou seja: se você não chegar nela vai ficar chupando dedo!

 

Procurei a mulher mais linda no local. Usei de algumas diretrizes e teorias básicas para a aproximação. Postura, cara de pau, e o método infalível do Fluff para tomar coragem: conte até 3 para chegar na mulher. Quando estiver em 2 você chega! Pegue você mesmo de surpresa... Acaba saindo alguma coisa legal para dizer.

 

O papo foi bom e tudo funcionava muito bem. Ela era linda! Até o momento que me disse o seguinte: “Tenho namorado lá na minha cidade”. Bem... Esse costuma ser um motivo muito bom e forte para você agradecer a conversa e procurar outra mulher. Certo? Não dessa vez.

 

Nesse momento ataquei com uma Teoria formulada mais cedo pelo meu amigo Leozim. A Teoria do Bom Lote. E assim disse para ela: “Tenho a seguinte teoria...” (claro que no momento a Teoria tinha que ser minha!) “Mulher boa e igual a lote (imóvel) bom. Sempre tem dono! Cabe a gente conversar com vocês e... fazer a diferença.”

 

Encurtando a historia fiquei com essa mulher fantástica de bonita e peguei seu telefone. Eu fiz mal? Eu fui sacana? Furei o olho do pobre do namorado? Claro que furei! E furaria de novo. Mulher boa é igual a lote bom. Sempre tem dono! Cabe a gente conversar e fazer a diferença. Pode ser que ela seja a sua mulher... e só esteja esperando você.

Escrito por Wagnito às 17h07
[ ] [ envie esta mensagem ]

06/06/2006


Elefantes e chimpanzés

E eu estava lá, sentado na minha cadeirinha de consultório oftalmológico. A única que estava vaga. Uma planta, estrategicamente posicionada, insistia em cutucar meu ouvido com suas folhas. Que beleza. Tentava me distrair jogando o jogo de sinuca que tem no meu aparelho celular. Não conseguia acertar a porra da bolinha número 7 na caçapa. Foi aí que notei o casalzinho que sentava perto de mim.

As cadeiras estavam posicionadas em forma de L na sala de espera do consultório. Eu estava sentado na primeira cadeira da minha fileira e o casal estava nas duas primeiras cadeiras da outra fileira. A famigerada planta bem no vértice do L. A mulher estava sentada na primeira cadeira. O homem na segunda.

Os dois por volta dos 30 anos de idade. O homem era (na melhor e mais carinhosa descrição possível) feio. Não chegava a participar da parcela mundial de 5% de criaturas hediondas. Era apenas desprovido de toda beleza. Cabelo ruim, ralo, corpo que aparentava sedentarismo. Dizem que a beleza está nos olhos de quem vê. Pra mim ele era só feio.

A mulher... Bem, a mulher. Pense num elefante. Também não chegava a estar nos 5%, mas banhas sobravam por todos os lados. O rosto era feio, o cabelo era feio, as roupas não combinavam com a gordura.

Num sentido reprodutivo e afetivo-romântico, eu não gosto de mulheres gordas. É uma questão pessoal. Não vou ser hipócrita. Já fiquei com gordas? Já. Já comi gordas? Já. Foi bom? Foi. Porém sexo é igual pizza. Até quando é ruim é bom.

Bem, voltando ao consultório. O que chamou a atenção no casal foi o comportamento afetivo. Uma pegação danada. Carinho para cá, carinho para lá. E em certo momento a mulher se aninhou no peito do homem, as banhas por cima do braço da cadeira, e o homem ficou a lhe afagar os cabelos. Eu sentadinho logo perto enxergava um leão marinho abraçado com um chimpanzé. Nesse momento lembro que pensei: “Ai meu deus...”.

Olhando aquela cena fiquei pensando sobre os caminhos misteriosos do amor. “Tem que gostar muito, um do outro...”. Em certo momento a enfermeira veio pingar colírio nos olhos do homem. Ao finalizar o homem olhou para o rosto de seu elefantezinho do amor. Os olhos semi-serrados, lacrimejando. O rosto relaxado contrastando com a contração das pálpebras. Um olhar longo com uma cara de... de bulldogue ou boxer... Uma coisa bizarra. Depois se abraçaram carinhosamente.

Lembro que pensei: “Que cena ridícula...!”.

Depois pensei: ”Bem, talvez o ridículo seja eu”.

Escrito por Wagnito às 20h12
[ ] [ envie esta mensagem ]

01/02/2005


Recibo de motel é uma coisa engraçada...

 

Hoje fui tirar dinheiro no caixa automático. Quando fui pegar meu cartão, havia um papelzinho amarelo dobrado junto com ele. Um recibo de cartão de crédito. Lia-se: RES VILA VERDE e um valor considerável. Enquanto a máquina processava meu pedido, fazia mil e um barulhinhos e conferia a minha bufunfa, eu ficava analisando o papel: “Será que eu comi em algum restaurante e não estou me lembrando?”. Comecei a procurar pelo recibo e encontrei o horário da compra, 03:27. Aí eu me lembrei. Da sentença “Será que eu comi em algum restaurante”, metade era verdadeira.

 

Saí do banco rindo sobre as artimanhas para esconder dos olhos alheios qualquer indício que você esteve num motel. Entra-se rapidamente naquelas ruazinhas do Discretíssimus e abaixa-se no banco do carro igual a um espião. Você não vê ninguém naquele lugar, as coisas aparecem magicamente naquele armariozinho na parede. Na notinha do cartão vem coisas estranhas como: FL NANNETTI LTDA, ou DRG PORTO RICO ou RES VILA VERDE...

 

Claro que essas coisas não adiantam nada, quando na saída do Discretíssimus você dá de cara com algum conhecido seu... Daí você fica lá dentro do carro sem saber se dá um tchauzinho ou não. Muito engraçado.

 

Outra situação cômica é estar andando na rua poucos metros atrás de um casalzinho... Vão quase que assoviando tranqüilamente quando, de repente, fazem aquela curva brusca de 90 graus e sobem correndo as escadinhas daqueles motéis fuleiros do centro da cidade.

 

Uma observação sobre esses lugares: Você teria coragem de encostar-se à parede desses matadouros? Eu não... Certa vez tive noticia de um rapaz que estava concentrado fazendo seu “trabalho” num lugar desses, e de repente notou que sua calça, que estava num cabide, começou a subir a parede... Era o dono do hotel tentando roubá-lo. Lindo.

 

Depois meu pensamento se virou para outra situação absurda: Estou inscrito numa promoção de cartão de crédito. A cada compra superior a um certo valor eu ganho 1 cupom de sorteio. Fiquei imaginando uma premiação televisionada: “E o vencedor é Wagner! Que ganhou a promoção com sua compra no RES VILA VERDE, mais conhecido por TODOS como o Discretíssimus!!!”.

 

E eles acham que isso engana alguém.

Escrito por Wagnito às 09h23
[ ] [ envie esta mensagem ]

21/01/2005


O Feitiço virou contra os Feiticeiros

 

 

Acho que nunca este blog esteve tão desatualizado!

 

No começo nós, definíamos dias da semana para cada um postar suas teorias, caso contrário até brigávamos se alguém colocasse algum post no dia de outro... hoje cada vez temos menos tempo pra escrever, no máximo lemos os comentários dos nossos leitores fieis (os quais sinto estarmos traindo, pois não estamos publicando mais nada. O trabalho não nos tem deixado tempo livre).

 

Na verdade acho que aconteceu conosco o que viemos, durante esses meses, ensinando a fazer... Conquistar. É isso mesmo, fomos conquistados! O feitiço virou contra os feiticeiros, caímos na nossa própria “arapuca”. Como pôde ser visto em alguns posts anteriores, os membros da PIS foram, aos poucos, sendo contaminados pelo vírus da paixão. Não que isso seja ruim, mas na Pegation International School quer dizer que você pendura as chuteiras (no mínimo por enquanto).

 

Contudo ainda temos alguma coisa a ensinar àqueles que ainda não foram “capturados”, tentaremos, na medida do possível, manter certa regularidade nos posts daqui pra frente, afinal nossos fieis leitores não podem ser deixados na mão.

 

Se no pior dos casos não conseguirmos manter esse blog por falta de conteúdo, teremos que abrir um blog associado à esse: A "Namoration School"... 

 

Aguardem

 

Nem tudo está perdido... (eu espero)

 

Escrito por Big Roger às 17h18
[ ] [ envie esta mensagem ]

05/01/2005


Caramba, que isso precisa de uma atualização urgente!

 

É isso aí. Fim do ano, confusões novas. O fim do ano foi marcado por mais amor do que paixão.

 

Pegação é paixão. É aquela química instantânea entre você e a pessoa que você conheceu. É aquela vontade irresistível de ficar próximo. Desejo. Ansiedade. Beijo. Sexo. Toque... Paixão.

 

A galera da Pegation é boa nisso.

 

Amor... Bem, amor é amor... É um estado ridículo de ser que é muito bom. É bem complicadinho também... Acho que envolve sentimentos muito grandes, e tende a desabar com a gente lá do alto, quando (e se) a merda atinge o ventilador.

 

Esse fim de ano foi marcado por isso. Entre a galera do blog, alguns “objetos” andaram voando e atingindo ventiladores. Foi um Deus nos acuda. Telefonemas de lá, conselhos de cá, reuniões de amigos (para levantar o moral) de acolá. Esse negócio de namorar é foda... Me senti o psicólogo da galera! Só faltava cobrar por consulta.

 

Às vezes me parece que os professores da Pegation estão no Jardim de Infância quando o assunto é namoro. Por favor, abram a Namoration School, que quero me matricular!

 

Não reparem, por favor... Estou viajante hoje.

 

O grande problema é que amor é viciante. Toma-se aquela dose cavalar (heroína para o coração) e você está completamente dependente. Toma-se o amor a grandes goladas. Daí se acontece algum problema (dejetos no circulador de ar) dá crise de abstinência. Noites de insônia, nó no estômago, falta de apetite (putaquipariu é igual droga mesmo!). Fica-se nessa re-habilitação até passar os sintomas. E mesmo que passe, você sempre sente uma vontadezinha de se apaixonar de tempos em tempos.

 

É ruim... É ruim, mas é bom demais! Guenta firme, galera!

 

 

PS 1: Antes que perguntem: Não! Não estou apaixonado.

 

PS 2: Sim, estou enrolando... Tenho que contar do fim de ano... Mas primeiro tenho que compliar os "causos" de Reveillon! Calma! hehehe

Escrito por Wagnito às 12h58
[ ] [ envie esta mensagem ]

24/12/2004


Feliz Natal e Próspero Ano Novo

A Turma da Pegation deseja a todos os seus leitores, colaboradoes e amigos um ótimo Natal e um Ano Novo de muitas conquistas e pegações.

Um agrande abraço a todos que nos visitaram durante esse ano. Voltaremos ano que vem com muitas teorias (polêmicas ou não)...

Paz

Escrito por Big Roger às 11h01
[ ] [ envie esta mensagem ]

22/12/2004


Entre cartões de crédito e vibradores!

O Blog do P.I.S tem muito o que comemorar hoje. Celebrem muito e peguem todas, pois o Fluff voltou à escrever. Com inteligência, perspicácia e muita humildade, vou arrebentar! E porque o Fluff sumiu? Faltou assunto, óbvio! Tá bom, havia também o trabalho, a volta com a namorada, o total ostracismo e falta de foco e a micose no pé. Mas o fato é que faltou assunto. E ainda falta, por isso eu estou enrolando.

Falando em namorada, após uma análise cuidadosa, equações resolvidas e dois artigos apresentados na banca examinadora do P.I.S., concluí 20% de um mistério – porque à amo tanto! Simples, ela não cometeu erros idiotas. Coisa aliás, que a maioria das mulheres não fazem. Resultado disso tudo – um post às avessas. Mulheres, escutem atentamente, sob pena de perderem um namorado ou sequer conseguirem um. Homens da Pegation são difíceis. Precisam ser conquistados. Afinal, porque se dedicar à apenas uma mulher, se é fácil conseguir outras? Não tenho a mínima idéia, mas é exatamente essa a pergunta que uma mulher deverá responder à quem ela gosta. Mas vai lá umas dicas básicas:

Apesar da carcaça de aço, homens são todos melzinhos – até mesmo o Fluff. O fato é que após toda a atenção dedicada, muitas mulheres se acomodam. Somos então convertidos à meros dispositivos de carinho, vibradores e cartões de crédito! Mulheres, nunca nos deixem sentir assim. E tirem agora as mãos do teclado, prontas para me rechaçar nos comentários. Não estou acusando vocês! E sim às protagonistas abaixo!

As primeiras protagonistas, e não são poucas, me elogiavam muito pelo carinho dedicado. Mas nunca me retornaram nada. Que se fodam as opiniões, mas funciono com débito/crédito. Após duas horas fazendo cafuné, estou com o braço doendo e nada! Custa tanto passar a mão na minha cabeça?

Após me formar e ter grana para fazer umas gracinhas, passei ter outros incômodos. Virei sinônimo de cartão de crédito. Não tenho problema algum em pagar um jantar, comprar chocolates, e dar flores. Mas me irrito muito quando no segundo encontro a mulher não leva sequer a carteira. Tão íntima! Eu convidei, eu pago! Mas nunca demonstre que você já sabia disso.

A última cena é clássica. Após o ula-ula, estou morto! Pulei, fiz o diabo, e olho para o lado, a mulher impávida. Ela até gozou (nós sabemos sim se foi fingimento ou não), mas a cara de tacho, continua a mesma. Pôrra, só papai e mamãe é sem graça pra caramba! Sexo é igual a carinho, débito/crédito. Também quero ser surpreendido! Não sou um vibrador!

Resumindo, homem também é gente!

 

Escrito por Fluff às 14h22
[ ] [ envie esta mensagem ]

17/12/2004


Metáforas Carbônicas

 

Ontem foi o aniversário da namorada do Marquim. Fomos para um barzinho muito divertido para comemorar. Cervejinha, sinuca, champagne (Óia que chiquêza...!) e garotas bonitas para os solteiros de plantão.

 

Dentre nossos amigos presentes se encontrava um, que tem níveis tão absurdos de mocoronguice na arte de conhecer mulheres, que deixa de atrapalhar só ele e começa a nos atrapalhar também. O menino não dá certo, coitado... Fala alto demais, fala besteira demais, não aceita nossas teorias, espanta a mulherada... Ta difícil viu.

 

Não sei. De repente estou errado. Mas ontem eu cheguei a uma conclusão muito triste a respeito da Pegation: Não podemos ajudar a todos.

 

Isso bateu como um tijolo na minha cara. Quem acompanha o Blog há mais tempo conhece todos os posts sobre nossas táticas, nossas teorias, nossas artimanhas para conquistar o sexo frágil. Mas nem assim é garantido para alguns casos.

 

Gostava de pensar que poderíamos transformar qualquer pedaço de carvão inútil num belo diamante (Aquela coisa megalomaníaca, né. Vontade de ser deus). Mas esse pedaço de carvão inútil não quer se transformar de jeito nenhum! Independente da pressão exercida!... Uma pena. Talvez só lapidemos diamantes brutos.

 

Bem, talvez não seja realmente para todos. Afinal utilizamos aqui na Pegation conceitos avançadíssimos e ousados. Coisas nunca antes aplicadas pelo universo masculino, como honestidade, por exemplo (Só um pouco...). Sutileza, charme... Tudo com uma pequena dose de cafagestagem... Só para deixar a gente sexy.

 

Escrito por Wagnito às 08h45
[ ] [ envie esta mensagem ]

Perfil